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Greve de tanqueiros gera filas em postos da Capital

A greve dos caminhoneiros do transporte de combustíveis em Minas Gerais, conhecidos como tanqueiros, deflagrada nessa quinta-feira,25, já reflete no abastecimento dos postos de combustíveis de Belo Horizonte e região metropolitana. Em alguns deles, há falta de etanol e gasolina. A categoria reivindica a redução de 3% no Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado sobre o óleo diesel.

Desde ontem, as bombas de “muitos estabelecimentos estão vazias”. É o que diz o presidente do Sindicato das Empresas Transportadoras de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (SindTaque), Irani Gomes. “Não temos um número, mas muitos postos já estão sem combustível”, disse.

Fila
Nos postos que ainda possuem combustível, os condutores de veículos enfrentam filas e espera. Em um deles, localizado na avenida Antônio Carlos, na capital mineira, o motorista de aplicativo, Wallison Silveira, esperou mais de 20 minutos para abastecer. “O problema é que eu estou na reserva (de combustível) e tenho que esperar. Já estou a cerca de 20 minutos aqui e agora vamos aguardar o que vai acontecer daqui para frente”, comentou.

As filas de carros para abastecer nos postos em Belo Horizonte continuam aumentando na tarde desta sexta-feira,26, enquanto a greve dos caminhoneiros transportadores de combustível prossegue. Há relatos de multidões de motoristas aguardando a vez de abastecer em todas as regiões da cidade.

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