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ColunasEdilson Rodrigues

Coluna do Edilson – Prendam a Polícia!

Em meus 64 anos de vida, eu nunca assisti a tamanha inversão de valores como tem ocorrido atualmente em nosso país, onde se tem defendido o “mal” e condenado o “bem”.

Aprendi do meu saudoso pai, que assistiu a apenas quinze aulas quando adolescente e se viu obrigado a aprender a ler e a escrever por si só, a amar a verdade, a respeitar as leis, a praticar o bem e a ter ojeriza à injustiça.

Por isso, tem sido por demais revoltante para mim acompanhar o esforço da militância do “quanto pior, melhor” em distorcer a verdade, empenhando-se em transformar o certo em errado e endeusar o mal.

Um exemplo recente disso aconteceu com a operação desenvolvida pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, no dia 06 deste mês, na comunidade do Jacarezinho, quando foram mortos 28 homens que confrontaram os agentes policiais.

A militância, que inclui a maioria dos jornalistas da chamada “grande imprensa”, condenou a ação policial, rotulando a operação de “chacina”, como se os mortos e seus comparsas tivessem recebido os policiais com flores, banda de música e fogos de artifício.

Quem assistiu as imagens notou com total clareza que os ocupantes do morro portavam armamento pesado, em muitos casos mais potentes e modernos que o utilizado pelos policiais brasileiros. Mas, mesmo assim, os militantes em defesa do mal condenaram os policiais, como se eles fossem os criminosos, os soldados do narcotráfico.

Para quem não sabe, há décadas, os membros do narcotráfico ocuparam os morros do Rio de Janeiro e instalaram nesses lugares o império do terror, fechando as entradas das comunidades, determinando toque de recolher e impedindo o direito de ir e vir. Além disso, praticam as maiores atrocidades, com estupros, agressões, assassinatos e outros crimes contra a população ordeira.

Já os policiais, se é que você não sabe, são obrigados a ir para o quartel à paisana, deixando para vestir o uniforme na unidade, para tentar ocultar dos marginais o fato de serem policiais e, assim, evitar que ele e seus familiares se tornem vítimas das quadrilhas.

Sim!… Eu sei que existem maus policiais!… Afinal, também existem maus jornalistas, maus empresários, maus professores, maus pastores, maus padres e maus juízes!… Toda regra tem exceções!… Mas, eu não conheço o bom assassino, o bom ladrão ou o bom traficante!

O pior é que, no Brasil, sob a falsidade de “direitos humanos”, passou-se a se estabelecer normas e regras que beneficiam aos marginais, obrigando ao Estado disponibilizar a eles privilégios e vantagens negadas ao cidadão de bem, ao pagador de impostos, que sustenta toda a “máquina administrativa”, incluindo os muito bem pagos membros do Executivo, do Legislativo e do Judiciário.

Morre um policial, nenhum ativista do “quanto pior, melhor” se manifesta. Mas, quando a Polícia mata um narcotraficante em um confronto, antes de elogiar a ação, demonizam o agente de Segurança Pública.

O criminoso, quando preso, tem mais privilégios que o cidadão ordeiro. Basta ficar doente que ele recebe atendimento médico imediato passando na frente de crianças, mulheres e idosos. E, se for preciso, é submetido a exames que o pagador de impostos fica meses e meses à espera, em uma interminável fila, muitas vezes morrendo antes de chamarem o número de sua senha.

Se os 28 homens mortos no Jacarezinho não quisessem morrer, que fossem trabalhar honestamente, como eu e você fazemos. Se não quisessem morrer, que não se alistassem nas forças do narcotráfico.

Feliz foi John Wayne!… Ele nasceu e viveu em outra época!… Se tivesse vivido no Brasil de hoje, certamente, ao assistir a um de seus filmes em nossos cinemas, ficaria chocado ao ver pessoas manipuláveis torcendo para o bandido.

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