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Copasa deixa mãe com bebê de colo sem água

O jornal A Semana, constantemente, tem recebido reclamações de moradores de Caratinga contra a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). Algumas são divulgadas através de notinhas na coluna “Zé Caratinga”, enquanto outras, sem fundamento, são descartadas. Desta feita, resolvemos destacar através de matéria a reclamação que o professor Monir Ali Saygli nos enviou nesta semana.

Em sua reclamação, Monir Ali Saygli acusa o escritório da Copasa em Caratinga de uma exigência que considera absurda feita por uma empreiteira que presta serviço à concessionária.

Como relata Monir, ele possui um pequeno prédio, de dois apartamentos, localizado na Rua José Belegard, 554. Ocorre que uma das moradias teve o seu medidor de consumo retirado “por inatividade”.

Recentemente, o proprietário solicitou a religação do abastecimento de água, porém, estão exigindo que ele compre um padrão novo da própria Copasa, não aceitando que ele compre um novo medidor em lojas especializadas. Acontece que nas lojas um padrão é vendido por R$ 130,00, ao passo que a Copasa está cobrando de Monir Ali Saygli o valor de R$ 480,00 pelo mesmo equipamento, não aceitando efetuar a ligação da rede de abastecimento de água com o padrão adquirido de terceiros.

De acordo com Monir, a ligação primitiva foi feita há cerca de 40 anos e a Copasa nunca exigiu a troca do aparelho, diante das muitas religações que já fizeram no local ao longo dos anos.

O impasse tem causado problemas para a nova locatária, como ele esclarece. “A nova moradora, que tem uma criança de colo, está sem água e está contando com a colaboração de vizinhos para sua higiene pessoal e os banhos de seu neném, além de estar sem poder fazer funcionar sua cozinha e lavar suas roupas e de outras atividades no lar”.

A incompreensível postura da Copasa, exigindo ao proprietário do imóvel a compra de um equipamento 270% mais caro do que o preço praticado no mercado e a intransigência em não aceitar ligar o abastecimento de água em um equipamento não vendido por ela fez com que Monir Ali Saygli enviasse um e-mail do jornal A Semana pedindo ajuda, na segunda-feira,10.

Esperamos que a gerência do distrito de Caratinga se sensibilize com a situação da moradora do imóvel, reveja sua posição, retirando as exigências e aceitando o uso do equipamento adquirido em empresa do setor. Caso isso não ocorra, é esperar por alguma providência da Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor. Até o fechamento da edição do Jornal na quinta-feira,13, o problema ainda não havia resolvido.

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