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Caratinga tem baixo índice de de infestação de Aedes aegypti

De acordo com informações prestadas pela assessoria de Comunicação da prefeitura de Caratinga, a cidade apresenta um índice estável de infestação do Aedes aegypti, mosquito transmissor de dengue e Chikungunya. Isso foi o apresentado pelos resultados do último levantamento, realizado no final de outubro.

A Secretaria Municipal de Saúde de Caratinga, através da Seção de Controle de Endemias, entre os dias 24 e 26 de outubro, desenvolveu o 4º Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa). O levantamento apresentou resultado de índice de infestação predial de Aedes aegypti de 1,1%, muito próximo ao índice estabelecido pelo Ministério da Saúde para o efetivo controle das Arboviroses que é abaixo de 1%.

Caixas d’água devem ficar bem tampadas e mantidas limpas

Os dados apurados pelo Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti (LIRAa) possibilitam à Secretaria Municipal de Saúde desenvolver as ações necessárias para a redução dos índices de infestação do vetor nas áreas consideradas de maior risco para proliferação do mosquito transmissor das Arboviroses, como dengue e chikungunya.
Apesar dos resultados não serem alarmantes, a Secretaria Municipal de Saúde ressalta a necessidade da população não se descuidar quanto às medidas que dificultem ou impossibilitem a proliferação do mosquito.

É importante que a população colabore, realizando limpeza de seus quintais, retirado todo e qualquer recipiente que possa acumular água e ser criadouro do mosquito.

Os agentes da Seção de Controle de Endemias realizam excelente trabalho

É importante que a população esteja conscientizada que de nada adiantarão todo o empenho e esforço desenvolvido pela Secretaria de Saúde e pelos agentes da Seção de Controle de Endemias se a população não fizer a sua parte no combate à proliferação do Aedes aegypti.

Serão necessários apenas poucos minutos para que as pessoas eliminem de suas residências ou locais de trabalho objetos onde possa ocorrer o acúmulo de água e, com isso, evitar ambientes propícios para que o mosquito possa fazer a postura de ovos. Essa prática necessariamente precisa se tornar um hábito.

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